Como trabalhamos
O que fazemos antes
de propor qualquer tratamento
A parte mais demorada do trabalho aqui acontece antes de encostar num dente. É ela que decide se o plano vai durar ou se daqui a três anos alguém vai refazer tudo de novo.
O diagnóstico vem antes do orçamento
Uma consulta que termina em proposta comercial no primeiro encontro pulou etapas. Para saber o que a sua boca precisa é necessário ver como ela funciona em movimento, não apenas como ela aparece numa foto parada.
Por isso a primeira consulta inclui anamnese, exame clínico com afastadores, registro fotográfico padronizado, análise da mordida em função e avaliação periodontal. Quando há suspeita de infiltração ou fratura, entra exame de imagem.
O que sai dali é um parecer que separa três coisas: o que é queixa estética, o que é problema funcional e o que é os dois. Cada uma tem conduta diferente, e misturar as três é o que mais gera retrabalho desnecessário.
Conservar estrutura é uma decisão, não um detalhe
Cada milímetro de esmalte removido não volta. Um dente preservado mantém osso, ligamento periodontal e a percepção de força ao morder, três coisas que nenhum implante devolve por completo.
É por isso que a extração é a última hipótese do protocolo, e não a primeira resposta. Ela entra depois que as alternativas foram descartadas uma a uma, e quando entra, você sabe exatamente por quê.
- Preparo definido depois do enceramento, não antes
- Ensaio provisório na própria boca, para você avaliar em casa
- Bruxismo e mordida tratados antes de qualquer cerâmica nova
- Extração apenas quando as alternativas foram descartadas
Quem decide é você, com a informação na mão
Quando o caso admite mais de um caminho, apresentamos cada um com o que implica em tempo, em estrutura preservada, em manutenção e em custo. Não escondemos o caminho mais barato nem empurramos o mais extenso.
Também dizemos o que não é previsível. Há perguntas cuja resposta honesta é "depende do que o exame mostrar", e forçar uma certeza que não existe é o começo de uma frustração.
Cada uma destas páginas trata de um lado do método por inteiro.
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Odontologia minimamente invasiva
Minimamente invasivo não quer dizer fazer menos. Quer dizer decidir a forma final antes de tocar no dente, para que o desgaste seja o necessário, e não o que sobrou de improvisar durante o procedimento.
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Diagnóstico diferenciado
A maior parte do retrabalho que recebemos não começou com má execução. Começou com um diagnóstico apressado, e nenhuma técnica corrige um plano feito sobre a pergunta errada.